Beatra Logo
Beatra
PremiumOminaisuudet
Tuki
Beatra Logo
Beatra

Yritys

  • Ominaisuudet
  • Tietoa
  • Blogit
  • FAQ
  • Dokumentaatio

Yhteisöt

  • Beatra-yhteisö
  • Parhaat palvelimet
  • Suosituimmat Käyttäjät
  • Parhaat soittolistat
  • Suosituimmat kappaleet
  • Suosituimmat artistit
  • Suosituimmat Yhteenveto

Hyödylliset linkit

  • Oma botti
  • Beatra-yhteenveto
  • Kumppanit
  • Botin tila
  • Botin komennot
  • Premium
  • Korttistudio
  • Tuki
  • Kutsu botti

Oikeudelliset

  • Oikeudelliset
  • Tietosuojakäytäntö
  • Käyttöehdot
  • Osto- ja hyvityskäytäntö
  • Evästeet

© 2026 Beatra. Kaikki oikeudet pidätetään.

Codesharen tuote
Cangsta

Cangsta

O SurtoDeezer

0Toistoa
0mKuunneltu
0%Ohitustahti

Kuuntele / Esikatselu

Myös palveluissa
DeezerQobuz

Essa é uma lenda do sertão que uma vez eu ouvi falar

Lá nas terras do meu avó, lá nas bandas do Juazeiro

Onde cabra frouxo é quem morria primeiro

E o cangaço que botava pra lascar

Naquele tempo apareceu um tal de Zé Bedegueba

Cabra macho corajoso, não perdia peleja

Não vacilava na peixeira, vivia só pra brigar

Gostava de uma cachaça e de uma mulher pra farrear

(Zé Bedegueba) decidiu entrar para o cangaço

(Zé Bedegueba) logo, logo se tornou o rei do aço

(Zé Bedegueba) no cangaço foi criando fama

Até o dia que cruzou com ozói' de Damiana

Mas Zé Bedegueba não podia imaginar

Que Damiana fosse da polícia militar

E tava tudo preparado para uma emboscada

Que foi armada por Damiana, a delegada

Veja bem, veja bem, que fique na sua memória

Que a moral dessa história é que a vingança não convém, não

E não convém, não

Veja bem, veja bem, que fique na sua memória

Que a moral dessa história é que a vingança não convém, não

E não convém, não

Era a primeira vez que Zé tinha se apaixonado

E deu azar, coitado, foi logo por um soldado

Coitado não, pois Zé não merecia pena

Muito menos ele teve com a Madalena, há

Pegava a cabeça dela, danava na parede

Não dava de comer e quando deitava ela na rede

Queria tudo do bom e do melhor: Ki-Suco, água de coco

Macaxeira, carne assada e cafuné no pescoço

(Zé Bedegueba) achava que as mulheres eram objeto

(Zé Bedegueba) com Damiana tomou direto e reto

(Zé Bedegueba) Zé Bedegueba não estava mais com a bola cheia

Pois agora passava os dias dentro da cadeia

Zé Bedegueba se sentia ofendido

Tava enquadrado e com o coração partido

Foi quando ele fez a tal promessa para Santana

Quando sair eu vou matar Damiana

Veja bem, veja bem, que fique na sua memória

Que a moral dessa história é que a vingança não convém, não

E não convém, não

Veja bem, veja bem, que fique na sua memória

Que a moral dessa história é que a vingança não convém, não

E não convém, não

Até o dia de noite no meio de um nevoeiro

Zé Bedegueba conseguiu fugir do cativeiro

E foi correndo atrás de Damiana

Pra se vingar da delegada que lhe meteu em cana

Mas Damiana tava armada e disse: Pode vim

Ainda não apareceu macho pra dar jeito em mim

Zé Bedegueba disse: Apois, eu sou o primeiro

Vai apanhar tanto que vai me pedir peleja de joelho

Mas Damiana tava armada com uma carabina

Mirou bem nos ovos de Zé, mas atirou em cima

E ali findou a vida do valente do cangaço

Morreu feito um veado, sem ser fêmea e sem ser macho

Veja bem, veja bem, que fique na sua memória

Que a moral dessa história é que a vingança não convém, não

E não convém, não

Veja bem, veja bem, que fique na sua memória

Que a moral dessa história é que a vingança não convém, não

E não convém, não

Lähde: LRCLIB

30 päivän aktiivisuus

Ei vielä samankaltaisia kappaleita

Ei kuuntelijatietoja

Ei palvelintietoja

Ei viimeaikaisia toistoja

Ensimmäinen kerta: Aug 12Viimeksi soitettu: Aug 12, 05:42 AMKappaleen kesto: 4:30